Livro digital: “Guerreiros da saúde contra o Coronavírus”

Sugestão de LEITURA!

Este livro, desenvolvido pela equipa da Betweien, de forma concertada e em menos de 42 horas, visa, acima de tudo, responder, àquilo que é política de Responsabilidade Social da empresa, à necessidade de manter os mais jovens informados sobre o que se está a passar no mundo, com as ferramentas necessárias para agir da melhor maneira possível.

Numa época marcada pela incerteza, onde as crianças se encontram em casa com os pais, impossibilitados de ir à escola, a Betweien decidiu desenvolver este livro digital didático, e disponibilizá-lo online. Através do livro “Guerreiros da Saúde contra o Coronavírus”, a Betweien procura manter-se junto de todos os jovens que se viram privados de aulas, devido à mais recente pandemia, enquanto explica, de forma totalmente descomplicada, a realidade vivida atualmente e de que forma podemos combatê-la.

https://772b721a-1a8a-41c4-80a6-c2de753739ae.usrfiles.com/ugd/ceb4ec_abd6102ca93f4153b1cbb7abe430816a.pdf

Biblioteca de Livros Digitais

Porque a Leitura é fundamental, a Biblioteca Escolar partilha um bom recurso para crianças e jovens. Leiam sempre, leiam em qualquer lugar!

“Integrado nas múltiplas acções do Plano Nacional de Leitura, a Biblioteca de Livros Digitais é um espaço dinamizador de iniciativas relacionadas com leitura e a escrita, que se assume como um agregado de livros de autores consagrados e aprovados pelo Plano Nacional de Leitura.”

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/biblioteca/?fbclid=IwAR0EBzmSWs3sTclC03X93Wx2-GkxFYA87iPC3LwxtcrJ2oq_C8M5JO75Bqw

Dia Mundial da Poesia

O Dia Mundial da Poesia comemora a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação. A data visa a importância da reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa. Isso porque a poesia contribui para a diversidade criativa, inferindo na nossa perceção e compreensão do mundo.

Lisboa Ainda

Lisboa não tem beijos nem abraços

não tem risos nem esplanadas

não tem passos

nem raparigas e rapazes de mãos dadas

tem praças cheias de ninguém

ainda tem sol mas não tem

nem gaivota de Amália nem canoa

sem restaurantes, sem bares, nem cinemas

ainda é fado ainda é poemas

fechada dentro de si mesma ainda é Lisboa

cidade aberta

ainda é Lisboa de Pessoa alegre e triste

e em cada rua deserta

ainda resiste

20 de março de 2020, Manuel Alegre

A pandemia na literatura | retratos intemporais e preditores

Sugestões de Leitura

A literatura tem o dom de antecipar eventos, de criar enredos que nos parecem inverosímeis e que nos prendem, nos cativam, pelo poder da palavra.

Contudo, a sociedade tem-nos mostrado ao longo do tempo que as piores predições se podem transformar nos nossos piores pesadelos.

A situação atual levou-nos a fazer a compilação de algumas obras que mostram isso mesmo. 

Estas sugestões poderão ser pistas de leitura interessantes para todos os que gostam de ler.

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SINOPSE

Na manhã de um dia 16 de abril dos anos de 1940, o doutor Bernard Rieux sai do seu consultório e tropeça num rato morto. Este é o primeiro sinal de uma epidemia de peste que em breve toma conta de toda a cidade de Orão, na Argélia. Sujeita a quarentena, esta torna-se um território irrespirável e os seus habitantes são conduzidos até estados de sofrimento, de loucura, mas também de compaixão de proporções desmedidas.

Uma história arrebatadora sobre o horror, a sobrevivência e a resiliência do ser humano, A Peste é uma parábola de ressonância intemporal, um romance magistralmente construído, que, publicado originalmente em 1947, consagrou em definitivo Albert Camus como um dos autores fundamentais da literatura moderna.

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SINOPSE

O Sol já brilha no céu, dando ao cinzento do mar o seu tom avermelhado. Os abutres secam as asas ao vento. Cheira a queimado. O dilúvio seco, uma praga criada em laboratório pelo homem, exterminou a humanidade. Mas duas mulheres sobreviveram: Ren, uma dançarina de varão, e Toby, que do alto do seu jardim no terraço observa e escuta. Está aí mais alguém? Um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano, a nossa capacidade para a destruição e para a esperança. Negro, terno, inquietante, violento e hilariante, revela Margaret Atwood no seu melhor.

Wook.pt - Ensaio sobre a Cegueira

SINOPSE

Um homem fica cego, inexplicavelmente, quando se encontra no seu carro no meio do trânsito. A cegueira alastra como «um rastilho de pólvora». Uma cegueira coletiva. Romance contundente. Saramago a ver mais longe. Personagens sem nome. Um mundo com as contradições da espécie humana. Não se situa em nenhum tempo específico. É um tempo que pode ser ontem, hoje ou amanhã. As ideias a virem ao de cima, sempre na escrita de Saramago. A alegoria. O poder da palavra a abrir os olhos, face ao risco de uma situação terminal generalizada. A arte da escrita ao serviço da preocupação cívica. 

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SINOPSE

Bem-vindos ao incrível mundo da modificação genética e do mercado de órgãos…

Quando uma jovem anónima, aparentemente saudável, perde os sentidos no metro de Nova Iorque e morre ao chegar ao hospital, Jack Stapleton, o médico-legista, encontra semelhanças inquietantes entre este caso e a gripe de 1918. Temendo uma repetição da fatídica pandemia ocorrido há um século, Jack faz a autópsia poucas horas depois da morte da mulher e descobre anomalias estranhíssimas: em primeiro lugar, ela tinha sido submetida a um transplante do coração, em segundo, o seu ADN corresponde ao do coração transplantado.

Contudo, os factos não apontam para o vírus da gripe, e Jack vê-se envolvido numa corrida contra o tempo para determinar que tipo de vírus poderia provocar aquela morte, uma tarefa que se torna mais urgente quando outras duas vítimas sucumbem de forma idêntica. Mas nada faz sentido até a investigação o conduzir ao mundo fascinante do CRISPR/CAS9, uma biotecnologia de edição de genes que conquistou a comunidade médica… e a atenção dos seus membros menos escrupulosos. Arrastado para o submundo do mercado de transplante de órgãos, Jack depara-se com um homem de negócios megalómano disposto a arriscar vidas humanas para poder conquistar uma nova e lucrativa fronteira da medicina. E, se Jack não tiver cuidado, a próxima vida sacrificada pode muito bem vir a ser a sua.

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SINOPSE

No começo, eram doze.

Quando Zoo aceitou participar num programa de televisão, ela julgava que se tratava de um reality show. Sabia que ia ser testada até aos seus limites para bater os outros onze concorrentes em provas de sobrevivência, mas achou que valeria a pena. Depois das câmaras e dos desafios voltaria para casa, para formar uma família.

Mas o jogo parece não ter fim.
Conforme os concorrentes vão quebrando, física ou psicologicamente, Zoo começa a questionar-se sobre a crescente dificuldade das provas. Pouco depois, dá por si sozinha. Todos os outros concorrentes desaparecem. As cidades vazias, os cenários grotescos. Porque é que o programa não acaba?

Descobrir a verdade é o princípio.
O que estará a acontecer longe do olhar das câmaras? Zoo precisa de descobrir, e, acima de tudo, precisa de encontrar o caminho para casa de forma a retomar uma vida interrompida.

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INOPSE

Autor de várias obras adaptadas ao cinema (Parque Jurássico ou esta), em Congo desenvolve-se um obra verdadeiramente empolgante onde as conquistas cientificas e os interesses de duas grandes potências envolvem um jovem etólogo, uma cientista determinada, um consórcio euro-japonês e um gorila que fala. Tudo isto no coração do Congo, onde as lutas tribais, o canibalismo, as catástrofes naturais e as feras vão exigir dos exploradores algo mais do que persistência e coragem…

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SINOPSE

O Sol já brilha no céu, dando ao cinzento do mar o seu tom avermelhado. Os abutres secam as asas ao vento. Cheira a queimado. O dilúvio seco, uma praga criada em laboratório pelo homem, exterminou a humanidade. Mas duas mulheres sobreviveram: Ren, uma dançarina de varão, e Toby, que do alto do seu jardim no terraço observa e escuta. Está aí mais alguém? Um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano, a nossa capacidade para a destruição e para a esperança. Negro, terno, inquietante, violento e hilariante, revela Margaret Atwood no seu melhor.

Novas formas de ensino

“Num quadro de alteração substancial da vida social, com fortes implicações no quotidiano da escola, colocada perante a necessidade de repensar, num tempo célere, novas formas e metodologias de trabalho, a biblioteca escolar deve recentrar e projetar o seu serviço e as suas atividades em função dos novos contextos em que se movem, hoje, as comunidades escolar e educativa. A biblioteca deverá, assim, responder às atuais exigências dos seus utilizadores e redirecionar a sua ação para a criação de serviços capazes de apoiar as novas formas de trabalho. “

Ficam algumas sugestões…

Associação Unificar: Programa Dropi

Em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães e em articulação com a Biblioteca Escolar, está a desenvolver-se o Programa Dropi aplicado às turmas de 3º e 4º anos da Escola Básica de Calvos.

O objectivo principal do Dropi é a prevenção de comportamentos de risco, através do desenvolvimento de competências pessoais e sociais e promoção de valores.Através das histórias, brincadeiras, jogos e interação com esta personagem, as crianças e adolescentes vão desenvolvendo competências tais como expressão e gestão emocional, pensamento crítico, comunicação assertiva, competências de recusa, auto-estima, mediação de conflitos, liderança, espírito de equipa, tomada de decisão, entre outras. Para além da promoção destas competências centrais, as histórias giram em torno de valores como a honestidade, partilha, amor, união, liberdade e responsabilidade.

O Dropi é uma personagem que através do seu corpo, da sua linguagem, da sua história e da sua maneira de viver pretende influenciar outras pessoas no sentido de terem vidas mais saudáveis, positivas e equilibradas. O Dropi tem um corpo de canguru e tem umas antenas compridas, que lhe permitem ouvir os sons mais longínquos. O canguru é um mamífero marsupial, que se caracteriza por ter as patas traseiras muito desenvolvidas e a presença de uma bolsa (nas fêmeas) na qual os filhotes completam o seu desenvolvimento. O Dropi vive em comunidade, sabe que depende dos outros para sobreviver e é um “expeditor”, ou seja, é “os olhos e os ouvidos de uma comunidade”. Ele representa a responsabilidade, amor, cuidado, liberdade, união e partilha. Esta personagem, através de diversos instrumentos e ferramentas, tem como objectivo concreto prevenir comportamentos de risco, nomeadamente na infância e adolescência.