Este é o blogue das Bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Abação, concelho de Guimarães. Aqui podes ter acesso às atividades desenvolvidas nas tuas bibliotecas, ver sugestões de leitura… e contribuir com a tua opinião.
No âmbito do projeto “Estrelas de Encantar”, projeto da Biblioteca Escolar em parceria com a Educação Inclusiva e o Serviço de Psicologia e Orientação, iniciou-se a atividade “Vamos aprender com os nossos sentidos”. O livro “O sexto sentido” de Laia de Ahumada e Mercè López serve de base para uma série de propostas vivenciais de estimulação e calibração dos sentidos.
Durante seis semanas, os alunos irão passar por diversas experiências que acreditamos ser um trabalho fundamental para a perceção de cada um sobre o mundo, visto que os sentidos são os meios privilegiados para a interação com o exterior. Eles fazem a ponte entre o mundo interno e o mundo externo.
Iniciou-se com as turmas do 2º e 5º anos, um projeto de avaliação de competências de leitura (inserido – podemos inserir em Abação abraça a leitura? ou outro), nomeadamente, a precisão e a fluência de leitura através do desempenho na leitura em voz alta, compreensão da leitura e compreensão oral (através da audição de textos).
Este projeto resulta de uma parceria entre os docentes de português, docentes titulares de turma, professores de apoio educativo, biblioteca escolar e serviço de psicologia e orientação e pretende traçar uma linha de base do desempenho dos alunos na leitura, que posteriormente será analisada e definidas estratégias e atividades de promoção.
No âmbito do projeto Leitura de Todos para Todos, o livro “Ensinamento de Santiago” da autora Ana Caridade está em fase de implementação, em forma de experimentação, nas escolas do 1º ciclo do nosso Agrupamento. É um projeto de Educação Artística que visa a aprendizagem da identificação e gestão das emoções.
No âmbito da Semana Concelhia da Leitura 2020, a Câmara Municipal de Guimarães, através da Biblioteca Municipal Raul Brandão e da Rede de Bibliotecas Escolares, desafia os alunos das escolas do concelho a produzir um texto original e criativo relacionado com o tema O Som das Palavras.
São objetivos desta iniciativa:
a) fomentar e consolidar hábitos de escrita e leitura;
b) promover a escrita e valorizar a expressão literária;
c) promover a criatividade e a imaginação.
O concurso destina-se a jovens do 1.º Ciclo do Ensino Básico ao Ensino Secundário de qualquer estabelecimento de ensino do concelho de Guimarães, distribuídos por quatro escalões:
A – 3.º e 4.º anos;
B – 5.º e 6.º anos;
C –7.º ao 9.º ano;
D – Ensino Secundário.
As modalidades sâo:
Escalão A [1.º ciclo – alunos do 3.º e 4.º anos]: letra original (para uma música previamente selecionada) ou letra e música originais relacionadas com o tema O Som das Palavras [1 trabalho por turma];
Escalão B [2.º ciclo]: texto poético subordinado ao tema O Som das Palavras com o máximo de uma folha A4 datilografada (frente e verso);
Escalão C [3.º ciclo]: conto original que integre na sua estrutura elementos musicais, com o máximo de 2 folhas A4 datilografadas (frente e verso);
Escalão D [Ensino Secundário]: um comentário pessoal e livre sobre a afirmação de Bono Vox (vocalista dos U2) – “A música pode mudar o mundo, porque pode mudar as pessoas” ou texto livre em que o candidato escolha um poema ou a letra de uma música da sua preferência, justificando, convenientemente, a sua opção [máximo de 2 folhas A4 datilografadas (frente e verso)].
Condições de participação:
Cada documento, datilografado, deve ter, além do texto e título, um pseudónimo e a identificação do ciclo a que concorre.
No caso do Escalão A, também deverá ser entregue uma pen drive com a gravação áudio da música (a pen será posteriormente devolvida).
A responsabilidade pela seleção dos trabalhos é decidida internamente por cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada.
Cada agrupamento poderá concorrer com um máximo de 2 trabalhos por ciclo.
Os trabalhos a concurso deverão ser entregues em envelope fechado (um envelope por agrupamento). No seu interior deverá constar também, um outro envelope fechado com a identificação dos autores (pseudónimo, nome completo, ano, turma e escola).
Os autores dos trabalhos, ao participarem no concurso, autorizam, sem qualquer remuneração em troca, a divulgação e publicação dos mesmos.
Prazo:
Entrega dos textos na Biblioteca Escolar – até 14 de fevereiro de 2020.
Com este projeto pretende-se, conhecer e avaliar os hábitos de leitura dos alunos do 2º ciclo e consciencializá-los para a extrema importância da leitura e seu reflexo no processo de ensino e aprendizagem.
Pretende-se, ainda, formar verdadeiros leitores e dotá-los de competências de dinâmicas de leitura para que possam ser pró-ativos e serem dinamizadores de atividades com outros níveis de ensino. Procura-se estimular diversas formas de literacia (digital, gratuita, familiar…).
Nesta primeira fase, os nossos objetivos foram cumpridos:
Avaliamos os hábitos de leitura;
Alertamos para a importância da leitura;
Dotamos alunos de competências leitoras;
Aumentamos o número de leitores autónomos.
No final do período foi feito um levantamento dos livros mais lidos pelos alunos de 5º e 6º anos a que chamamos TOP 10 e que passamos a divulgar:
Nos dias 12 e 16 dezembro, decorreu a fase de escola do Concurso Nacional de Leitura.
A Biblioteca Escolar e o Departamento de Línguas têm o prazer de anunciar os seis alunos apurados nesta fase e de informar que estes participarão na fase Municipal em representação da nossa escola.
Mais uma vez, no nosso Agrupamento, os alunos do 9ºano simularam o número das Maçãzinhas. As “Maçãzinhas” são o número mais importante e significativo das Festas Nicolinas. O que se demonstra até pela data da sua realização, no dia de S.Nicolau (6 de dezembro), o dia mais importante dos festejos nicolinos. A magia das “Maçãzinhas” começa muita antes do dia 6 de dezembro. Desde logo, porque os rapazes têm de levar a sua lança, a lança que colocam no cimo das canas com que chegam às varandas, carregadas de fitas.
Este é um momento que conta com a organização da docente Anabela Silva e sempre muito aguardado pelos nossos alunos.
‘Diferentes Vozes para uma Sociedade Inclusiva’ foi o tema do espectáculo que decorreu no dia 3 de dezembro no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, para celebrar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
O nosso Agrupamento não podia deixar de estar representado e fê-lo de forma exemplar: alunos do 5º ano, alunos do CAA, clube de música, assistentes operacionais e professores fizeram um “Tributo a Amália”. Um espetáculo que envolveu a Comunidade Escolar.
Pois bem, aqui fica a história coletiva da Escola Básica de S. Faustino !
Um olhar dos alunos da Escola Básica de S. Faustino
Era uma vez uma menina
chamada Alice que tinha dois grandes amigos: o Peter Pan e a Polegarzinho.
Um dia, o Peter Pan
desapareceu. Alice, preocupada, foi junto da flor da Polegarzinho para
perguntar se tinha visto o Peter Pan, mas esta disse que não sabia onde ele
estava. Então, as duas juntas, decidiram ir procurá-lo. O primeiro sítio onde
procuraram foi no Parque. Não estava lá. Depois, procuraram na Floresta.
Entraram pela Floresta
dentro. Era um lugar assustador, mas ao mesmo tempo mágico e encantador.
Encontraram um pedaço
da camisola do Peter Pan rasgada. A dada altura, ouviram um ruído. Assustados,
mas curiosos, foram ver o que se passava.
Viram, ao longe, um
urso à procura de um lugar para dormir.
Nesse lugar onde o urso
se encontrava, havia pegadas que pareciam ser dos sapatos do Peter Pan.
Esperaram que o urso
adormecesse para poderem passar junto dele, com pezinhos de lã, sem que ele
acordasse. Aí, aperceberam-se que as pegadas iam até à montanha. Em direção à
montanha, a meio do percurso, encontraram um sapato de Peter Pan.
Perto do sapato, havia
uma gruta grande e escura. Hesitaram em entrar, mas Alice lembrou-se que tinha
uma lanterna no bolso. Pegou nela para iluminar a gruta. Entraram e, qual foi o
seu espanto, quando foram atacados por uma quantidade enorme de morcegos.
Esconderam-se atrás de uma rocha que estava dentro da gruta para se protegerem
daqueles animaizinhos negros e voadores.
Entretanto, repararam que
o sapato que faltava estava lá:
– Já aqui temos os dois
sapatos e um pedaço da camisola. Onde estará o Peter Pan? – perguntou Alice.
De repente, ouviram uma
vozinha a pedir socorro.
– Socoooooooorrooooooo!
Eu estou aquiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Olharam à volta, mas
não viram ninguém. Subitamente, viram uma ponte. Depois de a atravessarem,
repararam numa gaiola onde o Peter Pan estava preso.
Ao lado da gaiola,
estavam dois grandes ursos, bem acordados, de olhos arregalados e assustadores.
Um dos ursos tinha a chave da gaiola.
Naquele momento, viram
uma nuvem de morcegos aproximarem-se dos ursos e, com as suas garras,
levantá-los pelo ar. A chave caiu e Alice ao vê-la correu, apanhou-a e, com a
ajuda dos morcegos, chegou atá à gaiola. Abriu-a e libertou o Peter Pan.
Como os ursos eram
muito pesados e já se encontravam no chão, voltaram para dentro da gruta para
apanharem Alice e a Polegarzinho.. Mas, já fora da gaiola, o Peter Pan atirou
uns pós mágicos às suas amigas para as
fazer voar até à Lua. Já na Lua, fizeram uma grande festa, tocaram viola todo o
dia e comeram marshmallows.